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Quando falamos em cuidados com o veículo, uma das dúvidas mais comuns é: vale mais a pena fazer manutenção preventiva ou esperar dar problema e fazer a corretiva? Entender a diferença entre elas pode evitar prejuízos, aumentar a vida útil do carro e, principalmente, garantir sua segurança.
A manutenção preventiva é aquela feita antes que o defeito apareça. Ela segue revisões periódicas e inspeções técnicas para identificar desgastes naturais e trocar peças no tempo certo.
Exemplos de manutenção preventiva:
Revisão de amortecedores e suspensão
Alinhamento e balanceamento
Troca de óleo e filtros
Verificação de freios
Inspeção de molas, buchas e batentes
👉 Vantagens da preventiva:
Evita que pequenos desgastes virem grandes problemas
Reduz o risco de panes inesperadas
Diminui o custo total de manutenção
Aumenta a vida útil das peças
Garante mais segurança e conforto ao dirigir
A manutenção corretiva acontece depois que o problema já surgiu. Normalmente envolve falhas que causam barulho, perda de estabilidade, vazamentos ou até a parada total do veículo.
Exemplos de manutenção corretiva:
Amortecedor estourado
Mola quebrada
Problemas graves na suspensão
Freio comprometido
Veículo puxando para um lado ou instável
👉 Desvantagens da corretiva:
Custos mais altos
Risco de danificar outras peças
Maior chance de acidentes
Possibilidade de ficar parado sem aviso
Menor previsibilidade financeira
Sem dúvida, a manutenção preventiva é sempre a melhor opção. Além de ser mais barata no longo prazo, ela evita situações perigosas e mantém o carro em condições ideais de rodagem.
Esperar o carro quebrar para consertar quase sempre significa:
Gastar mais
Ficar sem o veículo
Correr riscos desnecessários
O sistema de suspensão é um dos mais afetados pela falta de manutenção preventiva. Amortecedores desgastados comprometem:
A estabilidade
A frenagem
O conforto
O desgaste dos pneus
Por isso, o ideal é fazer inspeções periódicas, mesmo que não existam barulhos aparentes.
A manutenção preventiva não é um gasto — é um investimento em segurança, economia e tranquilidade. Já a corretiva deve ser vista como último recurso, quando não foi possível evitar o problema.
Se você quer rodar com mais conforto, segurança e evitar surpresas desagradáveis, previna-se antes que o carro te obrigue a corrigir.